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domingo, 27 de março de 2011

O poder da música!

Olá amigos!

Andei um pouco distante este mês, mas graças a Deus foi por causa de trabalho. Achei um espacinho para dizer um oi e trazer noticias.

Esta semana, li uma reportagem da Folha Online sobre um hospital britânico que ensina as mães a cantar para seus bebês. Achei fantastico!

Já não é de hoje que conhecemos os benefícios da música para a gestante, para o bebê e para a família. Gostaria muito de logo ler uma matéria de um hospital brasileiro tendo esta mesma prática.

Por isso ouçam música, cantem para seus bebês e suas crianças. Já dizia um antigo ditado "quem canta seus males espanta!".

Segue a o link da matéria abaixo. Boa leitura!

Hospital britânico ensina grávidas a cantar para seus bebês

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Eu sinto ou senti na minha gestação!

Olá!

Durante a gestação, o organismo materno passa por diversas adaptações e transformações. E algumas dessas mudanças causam alguns "desconfortos" ou alterações físicas que podem incomodar e interferir no dia-a-dia da gestante.

Muitas são as queixas durante a gestação. As mais comuns são:

- Alterações no apetite, no paladar e sede excessiva: Não há uma explicação objetiva para essas mudanças. Podem estar relacionadas à alterações hormonais que controlam o metabolismo ou mesmo alteração na concentração de alguns nutrientes como a glicose. Pode ocorrer também decorrente de fatores emocionais. Procurar orientação nutricional adequada, fracionar as refeições e comer variedades de alimentos ajuda a ultrapassar essas dificuldades;
- Gengivites e sangramento das gengivas: Durante a gestação a gengiva costuma ficar mais inchada e sensível por causa, principalmente, do aumento da circulação na região. Por causa disso fica mais predisposta a inflamações e/ou infecções, e a traumas, principalmente durante a escovação. Com isso é comum ocorrer pequenos sangramentos. Para o cuidado é importante uma higiene bucal satisfatória, com cuidados nas hora da escovação e uma visita ao dentista para avaliação preventiva e tratamento de possiveis inflamações e/ou infecções;
- Queimação, nauseas e vômitos: Nesse período, a cardia ("valvula" presente no estômago que controla a passagem dos alimentos) está com a sua função alterada, provavelmente por efeito hormonal, o que provoca mais episódios de refluxo e consequentemente queimação, podendo levar a nauseas também. Além disso, há uma menor produção de secreção ácida e a motilidade do estômago está diminuida, fazendo com que a digestão fique mais lenta. Por isso é importante o fracionamento das refeições, ingerindo menores quantidades de alimento, mais vezes ao dia, evitando de deixar o estômago vazio e facilitando a digestão.
As náuseas e vômitos também podem ser comuns no inicio da gestação, principalmente pela manhã. Além das alterações já descritas, fatores emocionais também podem contribuir para o aumento desses sintomas. Além das medicações prescritas pelo médico, pode ajudar consumir alimentos sólidos e secos na primeira refeição do dia, antes da escovação dos dentes;
- Edemas: É muito comum o aparecimento de edemas na gestação, principalmente nas mãos e nos membros inferiores. A melhor forma de tratar o edema durante a gestação é ter cuidado na ingesta excessiva de sal na comida, repousar mais do lado esquerdo, uso de meias elasticas, praticar exercícos físicos, elevar as pernas quando estiver deitada ou sentada, e realizar drenagem linfática com profissional de fisioterapia capacitado;
- Tonturas e desmaios: É comum a queixa de mal-estar, tonturas e as vezes até episódios de desmaios durante a gestação, principalmente em dias muito quente e ambientes fechados. Isso acontece porque durante a gravidez ocorre vasodilatação periférica que associado a hipoglicemia por causa de períodos muito prolongados sem alimentação (mais do que 2 horas), causam o mal-estar. Fracionar as refeições e evitar lugares fechados e sem ventilação ajudam a evitar esses sintomas;
- Dores abdominais e lombares: Ocorrem com maior frequencia a partir do 3º trimestre de gestação, e estão associadas ao crescimento do útero, pela compressão e deslocamento dos órgãos vizinhos, e pelo aumento da lordose lombar (curvatura da coluna) que ajuda a manter o equilíbrio da gestante. O que pode ajudar a minimizar os sintomas é, além da informação, exercícios adequados desde o inico da gestação para fortalecimento da musculatura e para uma reorganização postural adequada, além do uso de cintas abdominais (tipo faixas).

São algumas das queixas mais comuns na gestação. Com certeza existem outras, que ocorrem com frequência menor.

Perguntar a um profissional capacitado (seu médico, enfermeira, doula, fisioterapeuta etc) é sempre importante para ter a informação correta e minimar os efeitos. Mas é fundamental que a gestante também faça sua parte, mantendo hábitos saudáveis durante a gestação.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Mitos e verdades na gestação!

Olá!

Navegando pela net achei uma pagina interessante no site da UOL sobre mitos e verdades na gestação.

São pequenas dúvidas que precisam ser esclarecidas e muitas vezes ajudam a melhorar a qualidade de vida durante o período da gravidez.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/110128mitosgravidez_album.jhtm?abrefoto=1#fotoNav=1

Acessem a página e descubram o que é mito e o que é verdade!!!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Síndrome HELLP



Olá!

Acabei de ver a cena da novela Passione sobre a Síndrome HELLP, uma das complicações do quadro de pré-eclâmpsia.

Como já falei em posts anteriores, a pré-eclâmpsia é um quadro onde há aumento da pressão arterial durante a gestação, acompanhada de alterações da função renal (aumento da perda de proteina pela urina)e edema (inchaço).

A Sindrome HELLP caracteriza-se pela pressão alta, hemólise(destruição das células vermelhas do sangue provocando anemia), alterações da função hepática (fígado) e diminuição do número de plaquetas no sangue.

Os sintomas são os mesmos da pré-eclâmpsia (pressão alta, dor na nuca, visão alterada, tontura), e o que diferencia o diagnóstico são exames laboratoriais (sangue). O tratamento é a realização do parto de emergência, e geralmente são partos prematuros, que requer cuidados especiais para o bebê. A retirada da placenta é o fator principal para diminuir a pressão e regredir o quadro que está alterado.

Não há uma causa ainda específica que faz a pressão arterial subir durante a gestação. Mas sabemos que alguns fatores colocam a gestante em maior risco como: histórico pessoal (gestações anteriores com quadro de pressão alta ou pré-eclâmpsia) e familiar, sedentarismo e ganho excessivo de peso, além da alimentação sobrecarregada de sal.

Fiquem atentas aos hábitos saudáveis na gestação: se alimente de maneira adequada, reduzindo o sal da alimentação, principalmente se já tiver apresentando edemas, pratique exercícios e controle o estresse tendo momentos de lazer e prazer no dia a dia. E cuidado com o aumento de peso excessivo.

Qualidade de vida sempre, esse é o ponto de partida para uma gestação saudável e livre de riscos!!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O verão está ai




Olá!

O verão ainda não chegou oficialmente, mas todos os sinais da sua presença já estão gritantes: sol escaldante, chuvas torrenciais, noites mal dormidas e alimentação irregular.

Sol combina com praia, pscina, mas sempre esquecemos que ele também combina com muita água, roupas leves, alimentação leve e saudável.

Para quem está gestante, principalmente no 3º trimestre de gestação, verão não combina. Os desconfortos se acentuam: sensação de calor extremo, inchaço nas mãos e nos pés, enfim, uma gama de sintomas que deixam as gestantes ainda mais desconfortadas.

Algumas dicas são importantes como:
- Aumentar a ingestão de água e sucos naturais. Evite refrigerantes por conta do excesso de sódio que estes contém;
- Diminua a quantidade de sal da comida. O sal aumenta os inchaçoes e pode alterar também a pressão arterial;
- Pratique exercícios leves em horários mais frescos como antes das 9hs da manhã ou após as 17hs. E não esqueça da água antes, durante e após o exercício;
- Use roupas leves e confortáveis e sapatos que não apertem o peito do pé.
- Coloque as pernas elevadas pelo menos 2x/dia por 15 a 20 minutos. Isso ajudará a diminuir os edemas.
- Se tiver disponibilidade faça drenagem linfática;
- Use protetor solar SEMPRE, com fator mínimo de 30;
- Cuidado com as férias na praia! A variação da pressão atmosferica pode causar mal-estar, e cuidado com as comidas vendidas em quiosques que podem provocar doenças. Viaje sempre com o conscentimento do seu médico.

Para completar vou deixar disponível 2 reportagens do site da revista Crescer que podem auxiliar também.

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI909-10566,00-COMO+REDUZIR+O+INCHACO+NA+GRAVIDEZ.html

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI14798-10566,00-CALOR+E+GRAVIDEZ.html

Boa leitura!

domingo, 17 de outubro de 2010

Você é o que você come. E seu bebê também!!


Olá.

Quantas vezes não ouvimos nossas mães e avós dizerem: "come menina, agora você tem que comer por dois!"

No fundo elas estavam certas, só esqueceram de explicar que o "comer por dois" não significa comer em quantidade maior, mas sim comer com qualidade.

A alimentação é atualmente uma das maiores preocupações de saúde. Já é comprovado que muitas das principais doenças do século tem como uma de suas causas a alimentação inadequada. Hipertensão (pressão alta), diabetes, câncer, sem falar da obesidade. Doenças que estão chegando cada vez mais cedo para nossas crianças.

A melhor forma de prevenção é começar a cuidar da alimentação antes do nascimento dos nossos pequeninos. Na gestação, é de fundamental importância que a mulher tenha uma alimentação equilibrada, rica em todos os nutrientes, para que o seu organismo se mantenha saudável, mande para o bebê o que ele precisa para a sua formação intra-útero e, principalmente, crie reservas nutricionais que serão importantes durante a amamentação.

Durante o período da amamentação, manter o mesmo hábito saudável é necessário. Não se restringe nenhum alimento, apenas aqueles que a mulher já sabe que não lhe faz bem. Também é importante tomar cuidado com temperos e produtos industrializados. Quanto mais alimentos naturais, melhor.

Existem alguns mitos alimentares que envolvem o período da amamentação, como cerveja preta para aumentar o leite, restringir a dieta nos primeiros 40 dias (resguardo) apenas a canjas e canjicas. Cuidado! O álcool da cerveja passa pelo leite e pode deixar o bebê "embrigadado". O correto é evitar o álcool e comer variedades, principalmente de frutas, legumes e verduras. O que faz aumentar o leite é a mãe estar saudável, bem emocionalmente e o seu bebê mamando em livre demanda (ou seja, sempre que tiver vontade) e exclusivamente no peito (sem que nenhum outro tipo de alimento seja oferecido, nem água, nem chás).

Para ilustrar o post de hoje, deixo como opção o link de uma reportagem que saiu no O Estado de São Paulo, sobre algumas pesquisas que mostram a influência que a qualidade da alimentação materna tem na composição do leite.

Bom domingo e bom inicio de semana a todos!!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

SOS tabaco



Olá.

Estou disponibilizando uma reportagem para vocês que traz noticias de um recente estudo relacionando os maleficios do fumo durante a gestação. Já sabemos o quanto o fumo faz mal para a saúde de qualquer pessoa, especialmente para a gestante e para um ser em formação.

Mas diante de tudo isso, uma coisa me intriga: o que os serviços de saúde estão fazendo para ajudar e apoiar as mulheres fumantes a se libertar deste vício? Sim porque o cigarro é um vício, onde há dependência, e não é simplesmente jogar fora como se joga uma chiclete que acabou o sabor.

É hora de se pensar nisso. Já está mais do que provado que o fumo faz mal. Esta na hora de se pensar estratégias e produzir ações para ajudar e apoiar essas mulheres, que já se sentem culpadas o suficiente por saber o risco que estão correndo e que estão expondo seus filhos. É hora de mostrar que há uma saída, e qual é o caminho para chegar até ela.

Para finalizar, não podemos esquecer das mulheres e bebês que são expostos indiretamente aos maleficios do cigarro, como "fumantes passivos". É preciso também ajudar o pai, a avó, a tia ou qualquer pessoa que está aprisionada por este vilão. Mais uma vez quem precisa ser cuidada é a família.

Segue abaixo a reportagem.

Filhos de mulheres que fumaram na gravidez têm mais problemas de saúde

Francisco Galindo

Cigarro potencializa risco de parto prematuro
Estudo publicado recentemente em uma revista da Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica demonstra a relação existente entre a exposição antes, durante e depois da gravidez à fumaça do tabaco, e a aparição de patologias respiratórias nos primeiros anos de vida da criança.

Os resultados do estudo indicam que as crianças expostas ao tabaco no período pré-natal apresentam uma incidência de hospitalizações por infecção respiratória maior que os filhos de mulheres não fumantes.

Por outro lado, a exposição do recém-nascido à fumaça dos charutos se associa com a aparição de chiados no peito e com o aumento da probabilidade de sofrer de asma a partir dos 4 anos de idade.

Os chiados, que constituem por si só um sinal de problemas respiratórios, são sons parecidos com assovios que acompanham a respiração quando o ar flui por vias estreitas.

Além desse problema, as crianças avaliadas pelo estudo, expostas antes e depois do parto aos efeitos do tabaco, apresentaram mais rouquidão persistente, tosse noturna e a probabilidade de sofrer mais resfriados comuns.

A Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica lembra que a asma é a afecção crônica pediátrica mais frequente e que sua prevalência aumenta especialmente nas regiões industrializadas.

No aumento dos casos desta patologia respiratória, a exposição ambiental tem um papel relevante e, entre os fatores ambientais, destaca-se a fumaça do tabaco.

O estudo, realizado a partir do acompanhamento de 1.611 meninos e meninas, avaliou tanto os hábitos de dependência ao tabaco dos pais como os sintomas respiratórios e alérgicos das crianças.

Medidas
O estudo também realizou um acompanhamento de dados como peso, altura e perímetro craniano das crianças. Os resultados indicaram que, nos filhos de mães fumantes persistentes (antes, durante e depois da gravidez), os parâmetros referidos aparecem com níveis significativamente baixos ao nascer, em relação aos filhos de mães que nunca fumaram.

Em consequência, o acompanhamento demonstrou que os filhos do grupo de consumidoras de tabaco no período pré-natal apresentaram tamanhos menores em relação ao grupo de não fumantes, enquanto, paradoxalmente, os bebês de mães que interromperam o consumo de tabaco durante a gestação não apresentaram nenhuma diferença frente às não fumantes.

A conclusão do estudo evidencia, por outro lado, que a exposição passiva à fumaça do tabaco durante a gravidez e a infância tem efeitos clínicos respiratórios bem diferenciados em crianças. Por isso, os responsáveis pela pesquisa consideram que a interrupção da dependência ao tabaco em mulheres que querem ser mães deveria ser uma medida preventiva de saúde pública.

Celular
Nos Estados Unidos, onde as pesquisas sobre as patologias que prejudicam o feto ou os recém-nascidos são abundantes, iniciou-se em fevereiro um programa destinado a grávidas que fornece informação periódica sobre medidas preventivas, tanto para ela como para seu bebê, por meio de mensagens de texto no telefone celular.

O serviço, que é gratuito e se denomina "Text4baby", alerta sobre os riscos de fumar para as gestantes. E lembra, por exemplo, que em um país tão desenvolvido, cerca de meio milhão de bebês nascem prematuramente como consequência da má alimentação, do estresse excessivo, ou do consumo de álcool e de tabaco das mães.

Além disso, cerca de 28 mil crianças americanas, muitas delas prematuras, morrem antes de alcançar seu primeiro ano de vida, segundo a coalizão "Mães Saudáveis, Bebês Saudáveis", que patrocina a campanha.

Atualmente, os EUA ocupam o posto número 30 na lista de índices de mortalidade infantil, abaixo de países menos desenvolvidos como Cuba ou Eslovênia, o que é considerado "vergonhoso" por uma parte da opinião pública e certos setores do Governo.

Conduta
Por último, outro relatório de cientistas e médicos britânicos assinala que fumar durante a gravidez aumenta de maneira significativa o risco de ter filhos com problemas de conduta, que podem se manifestar a partir dos três anos.

O estudo, publicado em novembro de 2009 no "Journal of Epidemiology and Community Health", foi realizado a partir do acompanhamento de mais de 14 mil mães e de seus filhos nascidos entre 2000 e 2001 no Reino Unido.

As mães foram classificadas em dois grupos, "fumantes moderadas" e "grandes fumantes", segundo o número de cigarros que consumiam ao dia, e foi pedido a elas que avaliassem o comportamento de seus filhos de três anos a partir de um questionário do âmbito da psicologia infantil, para detectar transtornos como a hiperatividade e o transtorno de déficit de atenção (TDA).

Aos dados extraídos do estudo deste questionário foram acrescentados outros fatores que podiam influir nos resultados: idade da mãe durante a gravidez, nível educativo, status socioeconômico e nível de estabilidade familiar.

Uma vez comparados todos os dados se concluiu que os filhos de mulheres que fumaram muito durante a gestação, apresentavam mais frequência problemas de hiperatividade e de TDA.

Além disso, os filhos das "grandes fumantes" tinham o dobro de probabilidades de apresentar problemas de conduta e, no caso dos das "fumantes moderadas" (as que consumiam menos de dez cigarros por dia), os casos de hiperatividade e de TDA aumentavam em 80% .

Os autores do estudo destacaram os graves prejuízos que o consumo de tabaco pode causar na estrutura de desenvolvimento e na função cerebral do feto e colocaram em relevo que, por razões que se desconhecem, os meninos são mais suscetíveis ao "ataque químico" da nicotina do que as meninas.

Fonte: UOL Ciências e Saúde

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Exercício pode!! E faz bem!!



Olá

Gostaria de falar um pouquinho sobre exercício físico durante o período da gestação.
Estava lendo uma reportagem e achei importante compartilhar.

Exercício físico na gestação é uma prática saudável. Pode ser realizado, desde que não haja nenhuam contra-indicação médica, e com orientação de um bom profissional.

Os exercícios mais indicados são os de baixa intensidade, como caminhada, hidroginastica (com grupos especiais para gestantes), natação, yoga e alongamento, e também musculação e pilates próprios para gestantes. Devem sempre ter um profissional para orientar. Além destes, também são importantes exercícios respiratórios para diminuir a falta de ar e a fadiga, e exercícios com o músculo do períneo. Este músculo é o músculo da vagina, e é ele que sustenta todo o peso da gestação, e é por ele que o bebê nasce no parto normal.

O exercício ajuda a manter a circulação ativa, prevenindo edemas, e melhorando a oxigenação da mãe e do bebê. Melhora respiração e os batimentos cardíacos. O objetivo do exercício na gestação não é trazer um condicionamento físico igual ao que buscamos quando vamos para a academia, mas sim reorganizar as funções orgânicas, prevenir complicações neste período como hipertensão, diabetes e o ganho de peso excessivo, e também auxiliar na preparação para o parto. Isso mesmo, o exercício auxilia no parto, e promove uma recuperação pós-parto mais rápida. A indicação é de 3 a 5x/semana, por 30 minutos por dia.

Procure orientação de um profissional, de um educador físico ou um fisioterapeuta. Pratique e mantenha hábitos saudáveis. O seu corpo, sua saúde e seu bebê agradecem!!!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

"Não basta ser pai, tem que participar"!


Olá.
Há alguns dias comentei sobre a importância do pai no momento do nascimento do bebê. Gostaria de voltar a falar um pouquinho sobre esse assunto: O PAI!

Fiquei com receio de ser repetitiva, mas uma reportagem e alguns emails me incentivaram, e percebi o quanto é importante mostrar que quando um mulher fica grávda, a família engravida junto, principlmente o pai.

A reportagem a que me refiro é do Bom Dia Brasil. Uma cidade do interior de SP adotou a estratégia de convocar os pais a participarem do pré-natal, mas motivados pelo grande número de casos de mulheres com doença sexualmente transmissíveis(DSTs). A iniciativa diminuiu o número de casos de transmissão de DSTs tanto pelo contato sexual como de mãe para o bebê (o que chamamos de transmissão vertical). Achei a iniciativa muito bem-vinda, mas quero chamar a atenção para outro ponto.

A repotagem destaca dois casais, um casal à espera do 2º filho e um outro já com o bebê nos braços, e mostra relatos das mães sobre a participação dos maridos no pré-natal, o quanto foi importante, o quanto se sentiram seguras com o companheiro por perto. E os homens o quanto se sentem parte desse período, muito bem relato pela sensaçõs do marido, ao dizer o quanto é emocinante colocar a mão na barriga e sentir o bebê mexer, sentir dor junto, enjoar junto.

Essa prática deve ser muito incentivada. É importante que o pai esteja presente nas consultas, no ultrassom, nos grupos educativos, nos grupos de apoio, no PARTO, no pós-parto, durante a amamentação...deve ter espaço para perguntar, esclarecer suas dúvidas, entender o que acontece com o seu bebê e sua esposa durante todo o período de gestaçao. Afinal, "não basta ser pai, TEM QUE PARTICIPAR"!!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Álcool e gestação: combinação perigosa!!



Olá.
Estava lendo uma reportagem sobre o risco do álcool na gravidez. Esta reportagem que está no site sempre materna fala do risco de mulheres, grávidas de meninos, consumirem bebidas alcoólicas na gestação e a alteração da produção de esperma desse meninos na vida adulta.

A contra-indicação do álcool na gestação não é novidade, e as pesquisas estão cada vez mais provando isso. O álcool é uma substância tóxica, ou seja, o nosso organismo não reconhece nenhum de seus componentes como nutriente, e demora cerca de 48hs para ser eliminado do nosso corpo.

Durante a gestação, temos a placenta como uma barreira protetora do bebê. Ela filtra quase tudo o que está no sangue materno, como uma peneira, deixando passar apenas o que é bom para o bebê. Nutrientes são transportados do corpo da mãe para o corpinho em formação do bebê através da placenta. Porém alguns vírus e substâncias não são barrados, e podem atingir o feto, provocando má formações, dependências químicas e até a morte do bebê.

O álcool, assim como o cigarro, é uma substância que não é barrada pela placenta, e chega até o bebê como uma overdose, por menor que tenha sido a dose que a mãe consumiu. Pode atingir o feto em momentos cruciais do desenvolvimento, como uma diferenciação celular, ou formação de algum órgão, provocando má formação ou alteração da função.

Além disso, causa dependência. Como eu disse, as vezes uma pequena dose para a mãe, é como uma overdose para o bebê, pois o seu organismo é bem menor, e precisa de uma quantidade mínima para sofre os efeitos nocivos. E esse efeitos podem estar presentes ainda no momento do nascimento e após, pois a partir do momento que o cordão umbilical é cortado, o bebê para de receber essa substância que estava presente no sangue maerno, e inicia um período de abstinência. São bebê extremamentes irritados, que não conseguem mamar, perdem peso, ou seja, apresentam todos os sintomas de uma crise de abstinência.

O álcool é uma substância que deve ser consumido com cautela em qualquer momento da vida, mas em especial na gestação deve ser evitado, evitando prejuizos pra mãe e para o bebê.